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Minha tese virou livro

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Com o intuito de aproximar e valorizar pesquisadores e pesquisas produzidas no Brasil, lançamos a hashtag #minhateseviroulivro no instagram. Passamos a divulgar pesquisas que se tornaram livros através da Editora Criação Humana. Esse combo contem apenas algumas das obras que fazem parte desse projeto. Acompanhe a hashtag e utilize-a para nos dar um feedback sobre essas obras!

Livros: “Prazer e Dor” + “Vocês ainda estão vivos?” + “A função po-ética” + “O filicídio na teoria psicanalítica” + “O Movimento LGBT e a Homofobia” + “Medidas Assecuratórias no Processo Penal” + “Modulações militantes por uma vida não fascista”

“Prazer e Dor: O Masoquismo e a Sexualidade”, autora: Bárbara de Souza Conte.

“Vocês ainda estão vivos? Fragmentos sobre Trauma, Memória e Herança”, autor Daniel Boianovsky Kveller.

“A função po-ética na psicanálise: sobre o estilo nas psicoses”, autora Priscilla Machado de Souza.

“O Filicídio na Teoria Psicanalítica e seus (des)enlaces na Cultura Brasileira”, autores: Samanta Antoniazzi e Amadeu De Oliveira Weinmann.

“O Movimento LGBT e a Homofobia”, autora: Clara Moura Masiero.

“Medidas Assecuratórias no Processo Penal: Tempo, Urgências e Problemáticas”, autor: Enrico Silveira Nora.

“Modulações militantes por uma vida não fascista”, autora Alice De Marchi Pereira de Souza.

Categoria:

Descrição

“Prazer e Dor: O Masoquismo e a Sexualidade”, autora: Bárbara de Souza Conte.

Esse livro trata da constituição do sujeito e da violência enfocando o masoquismo como um eixo teórico e clínico para pensar os diversos sentidos do indivíduo machucar-se e no movimento reflexivo que está implicado nesse ato. A autora Bárbara de Souza Conte é psicóloga e psicanalista, membro da Sigmund Freud: Associação Psicanalítica.

“Vocês ainda estão vivos? Fragmentos sobre Trauma, Memória e Herança”, autor Daniel Boianovsky Kveller.

O percurso deste livro não se revela apenas como percurso. Ele evidencia as ocultações e os impossíveis que a produção testemunhal desvela e mostra. Daniel Kveller, desde o início, trabalhou para compreender as marcas do traumático que o convocam, que se impõem na sucessão de um sentido invisível e redobram os vértices que demarcam o silêncio e o impossível.

“A função po-ética na psicanálise: sobre o estilo nas psicoses”, autora Priscilla Machado de Souza.

“A função po-ética na psicanálise: sobre o estilo nas psicoses” segue a indicação de Jacques Lacan de “não retroceder” diante desta clínica, cuja resposta automática do social (ainda!) apela à medicalização e à segregação como vias principais. Ao não recuar, a obra propõe um mergulho na poesia através do encontro da clínica psicanalítica das psicoses com esta herança transversal do ensino de Lacan: o estilo.

“O Filicídio na Teoria Psicanalítica e seus (des)enlaces na Cultura Brasileira”, autores: Samanta Antoniazzi e Amadeu De Oliveira Weinmann.

Neste livro, interroga-se o hino nacional brasileiro: “nem teme, quem te adora, a própria morte”. De quem a nossa pátria, dita mãe gentil, demanda a morte? Em uma nação fortemente marcada pela cisão entre casa grande e senzala, é dos filhos da senzala que se espera o extermínio, no que se denomina, atualmente, genocídio da população jovem de periferia – negra, em sua vasta maioria. Para que fosse operada a análise desse processo, lança-se mão do conceito filicídio, na medida em que esse conceito remete à ideia de filiação simbólica. Por que a nação brasileira encaminha para a morte uma parcela dos que se filiam ao significante Brasil, precisamente aquela parcela que, com a denominada “abolição” da escravidão, não foi alvo de ações reparatórias, mas lançada ao desamparo, na periferia das grandes cidades? Nesse sentido, procura-se delinear o estado da arte do conceito filicídio e, ato contínuo, elaborar sua sustentação metapsicológica, em suas relações com Totem e tabu e Sobre o narcisismo: uma introdução e em sua íntima conexão com o conceito pulsão de morte. Nos parece fundamental trabalhar este conceito, mais ainda, no cenário brasileiro atual.

“O Movimento LGBT e a Homofobia”, autora: Clara Moura Masiero.

O objetivo deste livro é discutir, por um lado, a demanda feita pelo movimento LGBT de criminalização da homofobia e, por outro, a legitimidade jurídico-penal e criminológica dessa criminalização. Para tanto, o livro divide-se em quatro capítulos: no primeiro, há uma genealogia da homofobia e da heteronormatividade e a proposta de sua destruição operada pela teoria Queer; no segundo e no terceiro, é apresentado o movimento LGBT e sua atuação política; e, no quarto, há o debate em torno da criminalização da homofobia e o desenvolvimento da política criminal mais adequada para tal fim.

Medidas Assecuratórias no Processo Penal: Tempo, Urgências e Problemáticas”, autor: Enrico Silveira Nora.

A obra, do autor Enrico Nora, surgiu da necessidade de se alcançar um debate acerca das medidas assecuratórias e de um olhar processual penal (e não apenas civil) dessa matéria. Todas as nossas publicações se tornam desafios editoriais para nós e esse livro não foi diferente: cada capa foi bordada à mão.

“Modulações militantes por uma vida não fascista”, autora Alice De Marchi Pereira de Souza.

Em fins da década de 1970, Michel Foucault faz uma distinção fundamental acompanhada por uma insinuação: “não imagine que seja preciso ser triste para ser militante”. A atualidade desse enunciado leva a perguntar: quais são as relações entre militância e afetos? Como temos cuidado de nós mesmos? Como resistir a microfascismos e paixões tristes que se alojam em nossos corpos, discursos e práticas? Como (re)conectar desejo e realidade, em nome de uma força revolucionária, quem sabe alegre, sem cair em apaziguamentos nem em purismos? É no cruzamento entre as forças que nos atravessam e um exercício ético do cuidado que as práticas simultâneas de resistência e de invenção de si e do mundo são debatidas nesse livro. Em tempos de retrocessos, fragmentações e violentas tentativas de impedir nossas lutas, é ainda mais urgente esta aposta: a militância por uma vida não fascista.

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