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Descrição

“Foucault além de Foucault: Uma política da filosofia”, autor: Sandro Chignola.

Seis textos compõem a obra, traduzidos diretamente do italiano. Sandro Chignola procura analisar o pensamento de Michel Foucault encarando-o enquanto um arsenal para concretização de múltiplas interrogações acerca do pensamento político ocidental.

“Agir em Tempos Sombrios”, autora: Zeynep Gambetti.

“Agir em tempos sombrios”, inédito no Brasil, conta com apresentação do psicanalista Christian Dunker e nos mostra como estamos diante de um quadro que pede por novos conceitos e autocrítica de conceitos correntes. Para isso, Zeynep Gambetti coloca acontecimentos. Por exemplo, como pensar as cento e trinta ou mais tentativas de linchamento quase-espontâneo e inúmeros outros incidentes de agressão coletiva que ocorreram desde 2005 em um país onde surtos de raiva coletiva ocorreram no passado, mas raramente em tal frequência e intensidade? Como a violência, da qual temíamos tanto, quando proveniente do Outro, tornou-se agora meio e fim ético declarado? Como as práticas e discursos de vigilância e securitização no Ocidente alcançaram a vida comum as pessoas comuns tão rapidamente, revertendo a mais pacífica e solidária capa de tolerância metafísica que nos protegia há menos de dez anos atrás? O livro “Agir em Tempos Sombrios” chega em boa hora, repleto de analogias e homologias espontâneas entre a situação turca e a situação brasileira. Um começo para a retomada da crítica em tempos sombrios.

“Uma leitura feminista da divida”, autoras: Luci Cavallero e Verónica Gago.

Quando dizemos “Vivas, livres e sem dívidas nos queremos!”, desde o feminismo se promove um movimento de politização e coletivização do problema financeiro que tem um vetor triplo de radicalidade: 1) dá corpo e narrativa concreta à abstração financeira; 2) associa o problema da dívida às violências contra os corpos feminizados, uma vez que vincula o endividamento das economias domésticas – majoritariamente sustentada por mulheres – com a falta a de autonomia a que nos expõe ainda mais a violência machista; 3) associa as formas atuais de exploração do trabalho tanto a nível das chamadas economias formais e assalariadas quanto das consideradas não assalariadas com os dispositivos financeiros.

“Intervenções Psicanalíticas: a trama social”, autores: Alexei Conte Indursky, Ana Costa, Ana Cristina Garcia Dias, Bárbara Conte (Org.), Christian Haritçalde, Christian Ingo Lenz Dunker, Cláudia Maria Perrone (Org.), Edson Luiz André de Sousa, Eneida Cardoso Braga (Org.), Jana Gonçalves Zappe, Luciane Susin, Luís Fernando Lofrano de Oliveira, Maria Cristina Poli, Miriam Debieux Rosa, Paulo Cesar Endo, Sandra Luzia Alencar.

O livro “Intervenções Psicanalíticas – a trama social”, é constituído por 9 capítulos delimitados pelo tema das intervenções sociais psicanalíticas. Uma das primeiras cartografias de um campo de investigação psicanalítico em consolidação, ressalta-se que o social é uma estrutura na qual a linguagem tem seu papel fundamental: são os modos de relação entre desejo e linguagem que fornecem o fundamento da vida social no sentido mais amplo. O desafio da obra é criar e preservar espaços de fala e escuta para um sujeito desejante, que operem na liberação dos impasses objetivos e subjetivos e garantam uma inscrição social.

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