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Descrição

“Intervenções Psicanalíticas: a trama social”, autores: Alexei Conte Indursky, Ana Costa, Ana Cristina Garcia Dias, Bárbara Conte (Org.), Christian Haritçalde, Christian Ingo Lenz Dunker, Cláudia Maria Perrone (Org.), Edson Luiz André de Sousa, Eneida Cardoso Braga (Org.), Jana Gonçalves Zappe, Luciane Susin, Luís Fernando Lofrano de Oliveira, Maria Cristina Poli, Miriam Debieux Rosa, Paulo Cesar Endo, Sandra Luzia Alencar.

O livro “Intervenções Psicanalíticas – a trama social”, é constituído por 9 capítulos delimitados pelo tema das intervenções sociais psicanalíticas. Uma das primeiras cartografias de um campo de investigação psicanalítico em consolidação, ressalta-se que o social é uma estrutura na qual a linguagem tem seu papel fundamental: são os modos de relação entre desejo e linguagem que fornecem o fundamento da vida social no sentido mais amplo. O desafio da obra é criar e preservar espaços de fala e escuta para um sujeito desejante, que operem na liberação dos impasses objetivos e subjetivos e garantam uma inscrição social.

“A função po-ética na psicanálise: sobre o estilo nas psicoses”, autora Priscilla Machado de Souza.

“A função po-ética na psicanálise: sobre o estilo nas psicoses” segue a indicação de Jacques Lacan de “não retroceder” diante desta clínica, cuja resposta automática do social (ainda!) apela à medicalização e à segregação como vias principais. Ao não recuar, a obra propõe um mergulho na poesia através do encontro da clínica psicanalítica das psicoses com esta herança transversal do ensino de Lacan: o estilo.

“O Filicídio na Teoria Psicanalítica e seus (des)enlaces na Cultura Brasileira”, autores: Samanta Antoniazzi e Amadeu De Oliveira Weinmann.

Neste livro, interroga-se o hino nacional brasileiro: “nem teme, quem te adora, a própria morte”. De quem a nossa pátria, dita mãe gentil, demanda a morte? Em uma nação fortemente marcada pela cisão entre casa grande e senzala, é dos filhos da senzala que se espera o extermínio, no que se denomina, atualmente, genocídio da população jovem de periferia – negra, em sua vasta maioria. Para que fosse operada a análise desse processo, lança-se mão do conceito filicídio, na medida em que esse conceito remete à ideia de filiação simbólica. Por que a nação brasileira encaminha para a morte uma parcela dos que se filiam ao significante Brasil, precisamente aquela parcela que, com a denominada “abolição” da escravidão, não foi alvo de ações reparatórias, mas lançada ao desamparo, na periferia das grandes cidades? Nesse sentido, procura-se delinear o estado da arte do conceito filicídio e, ato contínuo, elaborar sua sustentação metapsicológica, em suas relações com Totem e tabu e Sobre o narcisismo: uma introdução e em sua íntima conexão com o conceito pulsão de morte. Nos parece fundamental trabalhar este conceito, mais ainda, no cenário brasileiro atual.

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