Operação policial em favelas do Brasil. Imagem: reprodução internet. O “conjunto de ferramentas” elaborado pelo coletivo abolicionista penal estadunidense “Critical Resistance” nos fornece uma contribuição no sentido da abolição do encarceramento, do policiamento e da vigilância de nossas comunidades. O material também nos serve como ponto de apoio para a construção de práticas solidárias que visam a criar alternativas duradouras ao

Por Luci Cavallero. Tradução do artigo "Poner la deuda en el centro", publicado na Revista Bordes. Uma mulher e uma criança na fila para pegar comida, frutas e água na praça da Estação em 5 de junho de 2020 em Belo Horizonte, Brasil. Foto: Pedro Vilela. A pandemia elevou o espaço doméstico como refúgio frente a possibilidade de contágio. "Fique em casa" tornou-se

Luci Cavallero e Verónica Gago são autoras do livro “Uma leitura feminista da dívida”, que foi produzido no calor das suas práticas feministas e que tem sua edição ampliada publicada no Brasil pela Criação Humana e na Argentina pela editora Tinta Limón. O slogan que está no livro é aquele com que marcharam as três últimas greves internacionais de mulheres,

Por Luci Cavallero e Verónica Gago. Compartilhamos um pouco do que está disponível na edição ampliada em português do livro “Uma leitura feminista da divida" (já disponível em pré-venda com frete grátis para todo Brasil: clique aqui). Essa investigação impulsiona um movimento de politização e de coletivização do problema financeiro. É uma ferramenta de debate e de formação em sindicatos,

Entrevista com Zeynep Gambetti  Por Verónica Gago publicado no periódico Página 12 “Colocamos Nietzsche a serviço da academia queer”, diz a teórica política Zeynep Gambetti, da Universidade Boğaziçi, de Istambul, ao ser questionada sobre a inscrição Gay Science que acompanha os guarda-chuvas multicoloridos e as bandeiras do arco-íris que voam pelo campus há semanas e contra os quais a polícia ataca sem parar.

O #8M se instalou como uma data global e carregado de particularidades: recolhe as características particulares de cada conjuntura e propõe uma estratégia de intervenção em meio à crise. Nesses cinco anos consecutivos de greve, ele trouxe a tona questões que envolvem luta de classes às demandas, e apontou o judiciário e o poder econômico-financeiro como engrenagens da violência patriarcal.

A pandemia levou uma enorme parcela da população a um processo acelerado de precarização. Novas formas de inclusão financeira através da cobrança de subsídios de emergência são, na sua maioria, dirigidas a ela. As chamadas políticas de "inclusão financeira" confirmam assim uma segunda onda de financeirização das populações mais precarizadas após a era do microcrédito. A inclusão financeira é geralmente

A batalha pela propriedade que está ocorrendo em plena pandemia busca fabricar o que será o novo mundo pós-covid. Analisamos a nova aposta do capital sob a perspectiva feminista. Por Luci Cavallero e Verónica Gago* Foto do livro "Uma leitura feminista da dívida", lançado em outubro de 2019 pela Editora Criação Humana. O que acontece hoje é uma renovada batalha pela propriedade. No

Texto escrito por Zeynep Gambetti* e publicado pelo jornal Sul21. *Zeynep Gambetti pesquisa o pensamento de Hannah Arendt, história do pensamento político, teoria política contemporânea, ética e política e movimentos sociais. Sua pesquisa atual é A ordem neoliberal, violência e subjetividade. Lançou no Brasil o livro "Agir em Tempos Sombrios", pela Editora Criação Humana. Processo criativo de desenvolvimento do projeto gráfico do

Rua Mostardeiro 157 (51) 3346-5795 criacaohumana@hotmail.com
Sempre uma ideia nova,
para colocar na roda e discutir.